A noite foi difícil de dormir, unicamente porque o ar-condicionado é controlado por fora, ou seja, liga-se ou desliga-se o mesmo pedindo-se na recepção.
O plano do dia era visitar vinícolas. Fomos alugar um carro, o que parecia simples, mostrou-se impossível. Não havia um carro disponível.
A disponibilidade mais próxima era início de Janeiro. Não havia escapatória. Tivemos de ir para Coquimbito de ônibus. De lá podíamos alugar umas bicicleta ou visitar as vinícolas à pé. Optamos pela segunda opção.
Caminhar no sol foi um pouco incômodo, especialmente porque eu não havia passado protetor solar.
Fomos à vinícola, La Rural, mas o passeio era mais tarde, então o almoço foi a conclusão óbvia, comigo comida é sempre boa conclusão. Comemos num bom restaurante, Casa de Campo, o serviço era demorado, no entanto.
Voltamos à vinícola e iniciamos o passeio. Primeiro visitamos as parreiras, descobri que a produção média dura 80 anos.
A vinícola, por sinal, é bem famosa. Ela produz os vinhos Rutini, dentre outros renome. Atualmente o vinho mais caro da Argentina foi fabricado por eles em 1981.
Clima, altitude, tipo de terreno, tudo parece influenciar no sabor final do vinho.
A prensagem também varia conforme o tipo de vinho. O tinto leva casca. O que mais me surpreendeu foi que ao acrescentar aditivos, pouco, ou nada, do gosto é modificado. O que se modifica é a coloração. Achei isso bem artificial em comparação ao processo de fabricação de outras bebidas que conheço.
Depois da visitação, voltamos para o hotel no caminho conseguimos contratar excursão para chegar mais perto dos Andes e visitar alguns pontos de interesse como El puente del Inca e a base para a escalada do Aconcágua. O dia vai ser longo e promete.

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