domingo, 16 de maio de 2010

Dia 8 - A volta a Chicago

No último dia de curso tivemos diversas atividades relacionadas a nossa finalização de reunião com o gerente da empresa que na simulação iria nos contratar. Depois tivemos a reunião em si, na qual tínhamos como objetivo passar alguns problemas que tínhamos no projeto. Foi boa a reunião, o inglês não ser o primeiro idioma atrapalha bastante na rapidez de respostas.

O fato de não estar morando aqui me faz querer usar palavras que são corriqueiras em português mas que não fazem parte do meu vocabulário que utilizo no inglês, logo várias frases ficam imprecisas por esse fato. To com vontade de dar uma polida no meu inglês quando voltar para o Brasil.

Depois de terminadas as atividades fomos almoçar, nos reunimos com o pessoal na mesa de almoço. Antes de que eu fosse terminar os ajustes na mala. Dessa vez um ia dividir o quarto com um brasileiro em Chicago, reservei esse quarto através de um serviço chamado priceline (www.priceline.com). O serviço é interessante, parte do princípio que você não paga o valor cheio do quarto. Você escolhe uma área na cidade, dá um lance e o serviço "negocia" com os hotéis tarifas mais baixas. Você é obrigado a ficar no hotel que eles mandam, porque a essa altura você já deu teu cartão de crédito.

Consegui ficar num hotel muito bem localizado, em frente a uma praça bem legal, o hotel era o Westin. Assim que chegamos, deixamos nossas roupas no hotel e fomos visitar o United Center, a quadra do Chicago Bulls. Não conseguimos entrar, mas do lado de fora vimos a estátua dele que fica na entrada. Esse cara é muito respeitado aqui, é realmente o melhor jogador de basquete de todos os tempos pelo que dizem as homenagens.


Uma coisa que achei curiosa é que o time de basquete e o time de hóquei no gelo dividem o mesmo ginásio. De um lado da entrada está a cara do touro, que representa o Chicago Bulls e no outro está a face de um índio que representa o Chicago Blackhawks.


Do United Center fomos ao pier que é onde fica o cinema IMAX. O cinema IMAX é uma tela com 25 metros de altura, que tem um projeto com definição digital e com sistema de som também digital. Ficamos fazendo hora no lado de fora, passeamos pelo pier, paramos para comer Fish & Chips (peixe com fritas), um prato relativamente comum por aqui.



No cinema vimos Iron Man 2, um filme bem fraquinho, mas o cinema é impressionante. Aliás, achei a tela muito grande pro lugar em que eu estava, que era na metade de trás do cinema. Eu nem considerei o lugar ruim, acho que de fato o cinema devia começar mais de trás. Você tem dificuldade de acompanhar o filme, torna-se uma tarefa de acompanhar com a cabeça inteira e não somente com os olhos.



Quando saímos do filme havia um bando de uns 30 americanos alucinados, todos crianças, que provavelmente haviam ido ao cinema com o colégio, porque na volta vimos um ônibus. Os muleques saíram imitando o Iron Man, como se lançassem com a mão os raios que o personagem lança.

Eles apontavam pra qualquer um e ficavam lançando. Imaginem a cena, trinta moleques alucinados, iam em uma pessoa e ficavam os trinta com a mão estendida, mostrado a palma, e fazendo a sonoplastia !

Um dos caras que estavam no nosso grupo teve a brilhante idéia de fazer o mesmo para um deles. Bastou para que os trinta nos rodeassem e ficassem incessantemente durante 5 minutos apontandos as palmas das mãos e repetindo o barulho ! Que cena mais bizarra !

Depois que eles encheram o saco, voltaram para o ônibus que os levaria dali. Uma coisa interessante que eu vi antes mesmod e entrar no filme foi um grupo de outra escola, chamada KIPP. Eu havia conhecido esse programa de educação através de um livro que o Rafael me deu, chamado Outliers. Esse programa tem uma proposta interessante. Ele pega somente crianças de áreas pobres das cidades onde estão as escolas, e dão um ensino de primeira, com muitos exercícios e muito rigor. Em média, os alunos dessa escola superam o nível de desempenho em provas de matemática e de algumas disciplinas, provando que o esforço é o que realmente importa.

Bom, após o filme fomos jantar num restaurante chamado The Cheesecake Factory (http://www.thecheesecakefactory.com/). O lugar é legal, pedi um prato de Fetuccini Alfredo, não veio com muita substância, o que me levou a comer a sobremesa, que era um cheesecake. Achei gostoso o prato, mas não foi bem servido, se comparado aos demais da mesa.

Esse restaurante ficava na praça em frente ao hotel. Saímos dali e eu fui pro hotel, no dia seguinte acordaria às 5 da manhã para pegar o avião. Precisava dormir e já era perto de meia-noite.

Bom, viagem a LA, no próximo post conto como foi a viagem.

Abraços e beijos.

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